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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Quanto vale a amizade?



 A comemoração do mês dos afetos terminou com mais uma atividade promotora da leitura e com mais um pretexto para a reflexão sobre as relações interpessoais.
Os alunos da Educação Especial, acompanhados pela professora Fernanda Seabra, voltaram à BE-A, desta vez, para ouvirem a história “Quanto vale a amizade?”, da autoria de Maria Lúcia Carvalhas e refletirem sobre as coisas que o dinheiro não pode comprar.






Os alunos foram depois desafiados a irem às compras e adquirirem o que quisessem.
 Concluíram que podem comprar casas, carros, telemóveis, livros e tantas outras coisas do seu gosto, mas que há outras coisas que também gostariam de ter, mas que não estão à venda. Outro desafio se colocou : se queremos tanto um amigo e se não o podemos comprar com dinheiro, o que devemos fazer para o ter? Temos que os conquistar, foi a resposta e uma vez mais se concluiu que os afetos podem ser a principal “moeda de troca”.





Os alunos foram ainda questionados sobre uma coisa, ou pessoa de que gostassem muito e se, porventura, lhe oferecem dinheiro por elas se as vendiam? Todos foram unânimes no não.
A conclusão foi bem clara: A amizade não tem preço e os favores não se pagam, retribuem-se.
Os alunos, uma vez mais, participaram com muito empenho na atividade e souberam retirar ensinamentos de outras histórias já lidas, que recordaram prontamente. O Rui surpreendeu, não só se lembrava de todos os pormenores de uma das das histórias, como fez questão de ir buscar o livro à respetiva estante. 


Boa Rui, parabéns!

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Continuamos a multiplicar e a dividir afetos



Os afetos continuam a multiplicar-se e a dividir-se.
 Integrado nas comemorações do mês dos afetos- fevereiro, os alunos da Educação Especial, acompanhados pela professora Fernanda Seabra, deslocaram-se à BE-A para participarem numa atividade promotora dos afetos e das relações interpessoais.


A reflexão teve por base as suas experiências pessoais,  que cada aluno testemunhou, mas também a música e as histórias tradicionais e outras deram a sua ajuda.




Tratou-se de  mais uma atividade promotora da leitura cujas histórias deram que falar, no que toca a afetos. O patinho feio falou  da intolerância  e da discriminação, o lobo com bom coração, falou  no lado bom de cada um de nós, o crocodilo ternurento mostrou que nunca se deve desistir  quando se tem um sonho/um objetivo a cumprir, o lobo mau Xau Xau também apareceu e afinal era um bolo bom que só queria que gostassem dele e por  fim   mil e um beijinhos, oferecidos  a alguém, como presente, só para a fazer sorrir, soprados do fundo do coração, para dentro de uma caixa; pois, os afetos não custam dinheiro... 

Um conjunto de história que lidas e refletidas ajudaram a crescer .

No final, a canção dos beijinhos não podia ter sido a melhor escolha para uma despedida tão afetuosa e tão docinha.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Os afetos somam-se, multiplicam-se e dividem-se

 Integrado nas comemorações  do mês de fevereiro- "Fevereiro mês dos afetos", a BE-A está a dinamizar  atividades diversificadas, em articulação com os diretores de turma/ docentes de Educação para a Cidadania, professores de Português/ Apoio ao estudo  e Clube de Inglês.
 Das atividades destacam-se passatempos- O Bingo do Amor- com palavras da área  vocabular de amor, o Correio Sentimental- produção de mensagens afetuosas, entregues  na BE-A para serem entregues  pelos monitores, aos respetivos destinatários e distribuição de miminhos afetuosos pela comunidade educativa, entre outras.
 








 
 A comemoração integrou também uma reflexão sobre os afetos e   a sua importância  nas relações interpessoais, pois " Uma Comunidade sem afetos não Cresce".
Esta atividade foi direcionada para os alunos  do 5º C, em articulação com a diretora de turma, Margarida  Amaral e teve como objetivo a abordagem de comportamentos menos assertivos na turma.


 



 
A iniciativa serviu também  de pretexto para a promoção da  leitura.  Foram lidas algumas histórias tradicionais e outras identificaram-se os afetos ou não afetos nelas retratados e refletiram-se sobre eles.







 

 
 Os alunos participaram com  bastante empenho e entusiasmo, falaram das suas a experiências e como deverão contribuir para que a sociedade possa ser mais feliz e ainda dramatizaram situações que enquadravam afetos.
A leitura despertou a curiosidade  e no final da atividade foram retomadas outras obras apresentadas , mas que não houve possibilidade de ler/analisar.